segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Apatosaurus ou Apatossauro

Introdução

Os dinossauros com cintura pélvica de lagarto ou saurísquios foram divididos pelos cientistas em dois grupos - os terópodes, que deram origem às aves, e os sauropodomorfos ("com pés de lagarto"). Os sauropodomorfos tinham cabeças pequenas, dentes capazes de cortar plantas, pescoços longos e imensos corpos para digerir grandes quantidades de alimento folhoso de baixo valor nutritivo. Muitos possuíam grandes garras nos polegares, desenvolvidas a partir de pequenos ancestrais bípedes. No final do Triássico, já havia dois tipos de sauropodomorfos: os prossaurópodes e os saurópodes. Os prossaurópodes incluíam desde pequenas formas bípedes até grandes animais quadrúpedes. Os saurópodes eram herbívoros imensos sustentados por membros semelhantes a pilares, com pés e mãos atarracados muito similares aos de um elefante. Eles estão entre os maiores e mais pesados animais que já habitaram a Terra. Ambos os grupos se espalharam por todo o mundo - os prossaurópodes podem ter evoluído primeiro, mas eles se extinguiram no início do Jurássico. Os saurópodes persistiram pela Era dos Dinossauros. O Apatosaurus era um enorme saurópode de quatro pernas, cujo comprimento equivalia a uma quadra de tênis. Alimentava-se das folhas que arrancava das plantas e árvores com seus dentes em forma de cavilhas. O longo pescoço, com cerca de 15 ossos grandes, era sustentado por músculos fortes.

Chicoteando o inimigo


O Apatosaurus possuía uma longa cauda, sendo quase metade dela fina, parecida com um chicote. Devia usá-la para bates nos famintos carnívoros que rondavam os mais fracos do bando, ou seja, os filhotes e os mais velhos.

As características chaves dos Saurópodes

O Apatosaurus ("lagarto que engana") foi um saurópode diplodocídeo, ou raios duplos, também conhecido como Brontosaurus ("lagarto trovão"). Os diplodócos devem seu nome às extensões duplas nos chevrons de suas vértebras caudais, mas eles também exibem características distintivas vistas em outros saurópodes. Muitas dessas características afetam toda a forma do dinossauro. Os saurópodes "pegam emprestadas" vértebras das costas para estender seus pescoços, resultando em, pelo menos, 12 ossos no pescoço, mas apenas 11 vértebras nas costas. As espinhas neurais desses ossos tinham, tipicamente, formato de V para alojar um forte ligamento que ajudava a erguer o peso do pescoço e da cabeça. Os membros em forma de coluna eram também adaptados para sustentar pesos imensos - os tornozelos eram acolchoados por cartilagem elástica e os animais tinham uma série completa de cinco dedos em cada mão, mas o número de ossos em cada dígito era reduzido. Os saurópodes andavam sobre seus dedos com as palmas levantadas e uma almofada carnuda suportava a maior parte do seu peso. Seus polegares e três dedos dos pés possuíam grandes garras. Os dentes dos saurópodes também mostravam marcas intrigantes e desgaste feitas ao morderem folhas, e seus crânios tinham grandes aberturas das narinas localizadas posteriormente na cabeça.

Como um elefante

Para sustentar seu alto peso, as pernas do Apatosaurus terminavam em pés amplos, como os do elefante. Os da frente eram equipados com uma garra no "dedão", usada para chutar os inimigos.

Dados da Fera


Nome: Apatosaurus ("falso réptil")
Tamanho: 21m (comp.) e 8,3m (alt.).
Alimentação: folhas e brotos.
Quando viveu: Fim do Jurássico (há cerca de 150 milhões de anos).
Onde viveu: na América do Norte.
Gêneros aparentados: Barosaurus, Diplodocus.

Curiosidade

O primeiro Apatosaurus foi descoberto em 1877. Poucos anos depois, O. C. Marsh, que lhe dera esse nome, encontrou um dinossauro que batizou de Brontosaurus. Marsh, porém, havia cometido um engano, pois o Brontosaurus era, na verdade, o próprio Apatosaurus.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Cretáceo

Introdução

Na medida que o período Mesozoico continua, o elenco de incríveis dinossauros muda novamente. Durante o período Cretáceo, os continentes se afastam uns dos outros e os dinossauros se diversificam. O período resultou num final de arrepiar por um súbito evento que destrói os dinossauros. A era dos répteis foi terminada.

O mundo no Cretáceo

O que sobrou da Pangeia continuou a se dividir. Alguns dos continentes ficaram no formato que reconheceríamos hoje. Grande parte da massa de terras do sul ainda estavam presente como um supercontinente durante o Cretáceo. Isso compreendia o que são hoje os continentes da América do Sul, África, Índia, Oceania e Antártica. Nós chamamos esse supercontinente de Gondwana. Agora Gondwana estaria se dividindo, com apenas a Oceania e a Antártica ainda juntas.

Significado do Nome

Creta é o nome em latim para giz, e vastos depósitos dessa rocha calcária muito refinada foram depositados nos leitos dos mares rasos daquela época - particularmente ao sul da Inglaterra, ao norte da França e no Kansas, nos Estados Unidos.

Plantas terrestres

As florestas do Cretáceo foram grandemente dominadas por diversos grupos de gimnospermas, em especial pelas coníferas, incluindo ciprestes, ciprestes-calvos e araucárias. Outros grupos de gimnospermas, tais como cicadáceas e ginkgoáceas, diminuíram em importância. Surgiram plantas com flores - as angiospermas, no início como pequenas formas herbáceas em áreas continentais agitadas e pisoteadas pelos bandos de dinossauros. Mais tarde no período, plantas com flores, incluindo bétulas, salgueiros e magnólias, formaram florestas nas quais os dinossauros viveram, mas os fetos permaneciam importantes, onde a chuva fosse abundante.

Novas plantas

As possíveis razões para o surgimento de novas plantas com flores incluem: a pastagem dos dinossauros que pressionou a vida vegetal a ponto delas evoluírem a criarem sementes de rápido crescimento para reparar o dano; temperaturas crescentes até o final do período, encorajando estruturas reprodutivas unidas como as sementes. Cientistas conseguem descobrir que espécies podem ter surgido olhando os fósseis de sementes, folhas, madeiras e grãos de pólen. Até o fim do período o cenário começa a se parecer com o que é hoje. Porém, a grama ainda teria de evoluir.

Animais aquáticos

Invertebrados marinhos assumiram um aspecto distinto durante o Cretáceo. Surgiram caranguejos e outros crustáceos modernos, assim como moluscos gastrópodes predadores e ouriços-do-mar escavadores. Dentre os peixes, os teleósteos avançados (peixes ósseos) passaram por um significativo aumento em diversidade, e surgiram todos os parentes dos modernos arenques, enguias, carpas e percas. Também evoluíram lagartos nadadores chamados mosassauros, as primeiras tartarugas marinhas e aves aquáticas.

Vida Cretácea

Durante o período Cretáceo, os principais grupos de dinossauros, os saurísquios e os ornitísquios, continuaram a dominar; mas evoluíram para diferentes formas em diferentes continentes. Novos grupos, incluindo tiranossauros, hadrossauros e dinossauros com chifres, expandiram-se ao longo dos continentes do norte e, com o tempo, deram origem a novas espécies. As aves, por exemplo, evoluíram de dinossauros com dentes, como os semelhantes ao Archaeopteryx. Serpentes desenvolveram-se a partir de lagartos ancestrais, e novos grupos de insetos - incluindo borboletas, formigas e abelhas - surgiram nessa época e se desenvolveram polinizando as plantas com flores recém-evoluídas.

Elasmossauro


Significado: lagarto comprido
Período: final do Cretáceo
Tamanho: 15m
Alimentação: peixes
Informação: o elasmossauro tinha o maior pescoço de todos os plesiossauros, composto por 71 vértebras e representando mais da metade do comprimento do animal inteiro. Engolia rochas para ajudar na digestão e para ajustar seu equilíbrio enquanto nadava.

Cronossauro


Significado: lagarto de Cronos (um titã da mitologia grega)
Período: início do Cretáceo
Tamanho: 10m
Alimentação: amonites e outros animais marinhos
Informação: o cronossauro era um dos maiores pliossauros - certamente, era o que tinha a maior cabeça, com 2,7m. Um crânio desta espécie foi encontrado na Austrália, mas o resto do corpo ainda não foi desenterrado.

Velociraptor


Significado: caçador rápido
Período: final do Cretáceo
Tamanho: 2m
Alimentação: outros dinossauros
Informação: um dos mais famosos entre os dinossauros pequenos e caçadores. Tinha muitas semelhanças com as aves. Sua principal arma era a garra afiada em suas patas traseiras. Provavelmente caçavam em bandos.

Tiranossauro


Significado: lagarto tirano
Período: final do Cretáceo
Tamanho: 10m
Alimentação: outros dinossauros
Informação: considerado o maior dos dinossauros carnívoros, certamente é o mais conhecido, com sua cabeça imensa e os dentes afiadíssimos do tamanho de bananas. Os cientistas ainda não conseguiram explicar a razão de suas pernas frontais serem minúsculas.

Iguanodonte


Significado: dente de iguana
Período: início do Cretáceo
Tamanho: 10m
Alimentação: árvores e vegetação rasteira
Informação: foi um dos primeiros dinossauros a ser descoberto. Uma ação complexa de mastigação com ossos da mandíbula se movendo um em relação ao outro; uma bateria de dentes trituradores; e bochechas para armazenar a comida, significam que esse dinossauro podia comer qualquer tipo de vegetal.

Tricerátopo


Significado: cabeça com três chifres
Período: final do Cretáceo
Tamanho: 8m
Alimentação: arbustos e vegetação rasteira
Informação: era parte de um grupo de dinossauros com chifre chamados ceratopsídeos. Este grupo evoluiu de pequenos animais do tamanho de coelhos no começo do Cretáceo para animais do tamanho de rinocerontes com escudos pesados em suas cabeças até o final do período.

Euoplocéfalo


Significado: cabeça bem encouraçada
Período: final do Cretáceo
Tamanho: 6m
Alimentação: vegetação rasteira
Informação: os anquilossauros retomaram dos estegossauros o posto de dinossauros com couraça do período Cretáceo. Havia três famílias - os primitivos polacantídes, os anquilossaurídeos como o euplocéfalo com protuberâncias no final de suas caudas, e os nodossaurídeos que tinham espinhos em suas costas.

A Grande Extinção

No final do período Cretáceo (e o fim da era Mesozoica) houve uma grande extinção. Não foi a única extinção em massa ocorrida na história da Terra, ou mesmo a maior. Porém, parece ser aquela que mais estimulou a imaginação de todo mundo. Não apenas ela dizimou os dinossauros, mas também os pterossauros e os grandes répteis marinhos do tempo.

Meteorito ou Cometa?

A teoria mais apoiada é a de que um corpo do espaço atingiu a Terra há 65 milhões de anos. Isso pode ter causado diversos efeitos:

- Ondas de choque podem ter aniquilado tudo em sua vizinhança.

- Ondas sísmicas marítimas (tsunamis) podem ter inundado todas as planícies.

- Fragmentos quentes e derretidos podem ter causado incêndios em vastas áreas.

- Nuvens de poeira podem ter causado um corte na luz do sol, causando resfriamento global a curto prazo.

Evidências: uma estrutura enterrada parecida com uma cratera de meteorito dos exatos tamanho e idade foi encontrada em Yucatán, no México. Rochas sedimentares que se parecem com sedimentos de tsunami foram encontradas no Texas. Sedimentos do elemento irídio, encontrado abundantemente apenas em meteoritos ou sob a crosta da Terra, foram detectados em uma camada ao redor do mundo. Foram descobertos sedimentos de cristais de quartzo que mostram sinais de terem sido deformados por um impacto pesado.

Doenças

Enquanto os continentes continuavam a se mover e os níveis do mar oscilavam, pontes de terra começam a abrir caminho entre um continente e outro. Animais de um continente estavam livres para migrarem para outro e entrarem em contato com os animais dali. Esses recém-chegados podem ter trazido doenças contra as quais eles eram imunes, mas a que a população local seria vulnerável. A troca de doenças como essa pode ter enfraquecido tanto as populações que a extinção poderia ter se seguido.

Mudanças Climáticas

Os dinossauros e os outros grandes animais podem ter se tornado tão bem adaptados aos climas uniformes da era Mesozoica que eles não teriam a capacidade de enfrentar qualquer mudança dramática. O fim do período Cretáceo mostra sinais de aumento de temperatura; cascas de ovo de dinossauros da época mostram sinais de enfraquecimento - prova da pressão do calor; houve observações da mudança do nível do mar da época que podem ter influenciado o clima; ocorreu recolocação da floresta tropical com regiões temperadas, indicando um súbito resfriamento após o aumento da temperatura.

Atividade Vulcânica

Atividades vulcânicas de grande área poderiam ter colocado tantos fragmentos e gás na atmosfera que o clima teria mudado - da mesma forma que mudaria se fosse causado pelo impacto de meteorito. Os sedimentos de irídio podem ter sido trazidos para a superfície da Terra por vulcões. Metade do subcontinente da Índia é formado por fluxo de lava basáltica (chamado Deccan Traps). Isso tudo estourou no final do período Cretáceo, 65 milhões de anos atrás, e pode ter exterminado toda a população dos dinossauros.

Uma Mistura de Tudo Isso

Parece haver evidência de que dinossauros estavam sumindo nos últimos milhões de anos do Cretáceo. Se isso for verdade, então um impacto de um meteorito pode simplesmente tê-los exterminado. O lugar de impacto de Yucatán na época estava exatamente do outro lado do mundo da área das Deccan Traps. Talvez os dois estejam ligados. O impacto em Yucatán pode ter gerado vibrações através da Terra que se focaram no outro lado e gerou atividade vulcânica. Talvez o meteoro tenha se quebrado em dois, uma parte acertando Yucatán e a outra acertando a índia 12 horas depois, induzindo a atividade vulcânica. Doenças e pragas podem ter se espalhado inevitavelmente através das populações enfraquecidas pelo desastre natural.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Peixes sem maxilas

Introdução

Agnatos ("sem mandíbulas") foram os primeiros peixes. Seus únicos parentes vivos são o peixe bruxa e lampreia - parasitas com forma de enguia que se prendem em outros peixes para se alimentarem de sua carne ou sangue. Eles eram pequenos, com menos de 15 cm de comprimento, embora alguns atingissem até um metro - muitos tinham a forma de um girino. Eles representavam um número de características que são consideradas primitivas. Suas bocas eram permanentemente abertas porque eles não tinham maxila. Eles não tinham esqueleto interno e nem nadadeiras pareadas. Pelo fato de possuírem um número menor de nadadeiras, se comparados aos peixes avançados os agnatos não eram capazes de muita manobra na água. Peixes sem maxilas viveram em mares, só depois invadiram rios e lagos. Eles nadavam através do movimento de sua cauda e sugavam as partículas de alimento da lama ou as que flutuavam na água. A armadura óssea os protegiam de escorpiões marinhos e outros predadores. 

Vertebrados Pioneiros  
 
Sacabambaspis era um peixe que tinha a forma de um girino e viveu há milhões de anos. Ele nadava movimentando sua cauda e não tinha nadadeiras, o que tornava quase impossível uma freada ou manobras. Dois olhos salientes e delicados, fixos na sua cabeça encouraçada, vigiavam enquanto ele sugava da água pedacinhos de alimentos para dentro da sua boca, que se mantinha constantemente aberta. Sacabambaspis viveu em mares rasos, mas seus fósseis foram encontrados em rochas com altitudes andinas nas montanhas dos Andes bolivianos. Agnatos mais antigos, 80 milhões de anos mais velhos, são agora conhecidos em rochas da China. 

Equilíbrio

Cephalaspis era membro de um grande grupo de peixes sem maxilas. Tinha uma cabeça óssea grande com olhos no topo, a boca posicionada ventralmente e órgãos dos sentidos nas laterais e no topo da cabeça. A cauda voltada para cima mantinha a cabeça direcionada para baixo enquanto ele nadava. Um par de abas escamosas similares a nadadeiras proporcionava o equilíbrio e uma nadadeira dorsal o ajudava a frear.

Escudo com asas 

Pteraspis ("escudo com asas") é assim chamado porque tinha espinhos salientes em formas de asas em suas laterais. Sua cabeça encouraçada tinha a frente da boca um nariz longo e afilado direcionado para cima. Sem maxilas ele mantinha sua boca constantemente aberta, nadando pouco acima do substrato, engolindo pequenas criaturas semelhantes a camarões atuais; Pteraspis e outros agnatos foram muito bem sucedidos durante o final do Siluriano e início do Devoniano, tanto em número de indivíduos quanto em diversidade de espécies.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ovo de Dinossauro

O que acontecia com os ovos de dinossauros entre o momento em que eram postos e a hora de os bebês nascerem?

Os répteis, assim como dinossauros, botam seus ovos e os filhotes se desenvolvem lá dentro. Quando estão prontos, rompem a casca e nascem. Os dinossauros evoluíram de animais anfíbios, ou seja, que podiam viver tanto na água quanto na terra. Alguns anfíbios botam ovos na água, onde os filhotes se desenvolvem do mesmo modo que os girinos, na reprodução das rãs. Os répteis podem botar ovos na terra porque a casca deles é dura e resistente. Os pesquisadores acreditam que várias fêmeas podem botar ovos num mesmo ninho.

Dentro do ovo, o bebê dinossauro cresce a partir do momento da fertilização. Nessa fase, a de embrião, ele se alimenta dos componentes nutritivos do ovo. No começo, não se parece nada com um dinossauro, mas, na época em que rompe a casca do ovo, sua aparência já é uma mini cópia dos pais. Com relação a segurança, fósseis de ninhos de Maiasaura foram encontrados tão próximos uns dos outros que os cientistas julgam que as mães ficavam juntas, para unir forças contra ataques de predadores.

Alguns ninhos e restos de fósseis de hadrossauros encontrados nos EUA mostram sinais de terem sido usados mais de uma vez. A hipótese é que, depois do acasalamento, as mães regressavam aos mesmos ninhos que já haviam utilizado. Acredita-se também que os Maiasaura sentavam-se sobre os ovos para chocá-los e protegê-los. É possível até que as mamães cuidassem de seus filhotes até que estes crescessem o bastante para sobreviver por si mesmos.

É verdade que alguns dinossauros roubavam ovos de outros? Sim! Que comida melhor para um dinossauro desdentado do que um ovo? Uma vez quebrada a casca, ele podia banquetear-se com um alimento da melhor qualidade. Foi batizado de Oviraptor, que significa "ladrão de ovos", pois era exatamente o que fazia.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Dino Curiosidades - Parte 4

Tenha suas maiores dúvidas respondidas pelo Dr. David Norman através desta nova série de artigos "Dino Curiosidades", retirada das revistas "Dinossauros! Descubra os gigantes do mundo Pré-histórico" (Editora Globo).

Os dinos subiam em árvores?

Alguns dos dinossauros menores eram muito leves e ágeis, e é provável que subissem em árvores. Mas, em sua maioria, os dinos eram grandes demais para se sentir à vontade escalando árvores. Muitos dos gigantescos herbívoros podem até ter vergado árvores para alcançar as folhas suculentas do topo.

Dinossauros engoliam pedras?

Sim, é provável que alguns dinossauros engolissem pedras. Elas serviam para triturar folhas e galhos no estômago, da mesma maneira como os canários comem areia para ajudar na digestão de sementes.

Os dinossauros tinham bom senso de olfato?

Vários dinossauros possuíam narinas bastante grandes. A parte frontal do cérebro, associada ao sentido do olfato, também era desenvolvida. Assim sendo, é provável que muitos deles tivessem um faro razoável.

O Brontosaurus existiu?

Alguns anos atrás, houve muita polêmica em torno de um novo conjunto de selos postais norte-americanos. Um dos selos foi erradamente batizado de Brontosaurus. Esse nome, que significa "lagarto trovão", foi inventado pelo professor O.C. Marsh em 1879. Porém um esqueleto semelhante tinha sido chamado de Apatosaurus dois anos antes, e este ficou sendo o nome oficial. O nome Brontosaurus não é mais usado.